CONTO GAROTA PERDIDA- PARTE 2 ~ TRIBO DOS GÓTICOS



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CONTO GAROTA PERDIDA- PARTE 2


Chegando no hotel, todas elas estavam meio abaladas,principalmente Maria, ela havia ficado calada a viagem toda e subirá ao quarto sem dizer nada, jamais tivera uma atitude assim era de estranhar vê-la agindo assim. Camila resolveu ir falar com ela.
- Como você está? – perguntou ela sentando ao lado da camade Maria.
- Bem, não é todo dia que se encontra uma menina morta deuma maneira tão fria sem contar que ela estava em total estado de decomposição.– disse ela tentando forçar um sarcasmo.
- Como você sabia que ela estava ali?
- Eu vi ela antes de eu achar aquele saco, ela tinha sidopuxada para o chão. Foi muito estranho. – dizia ela ainda relembrando da cena.
- Acho que você precisa descansar, vou parar de perturba-la.Eu e as meninas vamos sair para comer algo, só não sei se vou conseguir, –disse ela – você quer alguma coisa?
- Não, vou ficar aqui e tentar dormir. Minha cabeça estáexplodindo um pouco, e estou enjoada, vou ficar e dormir. Podem ir eu vou ficarbem.
- Bem se é assim então nós vamos, mas não vamos demorar. –ela deu um beijo no rosto de Maria e depois saiu.
Maria se deitou na cama virou de lado e tentou dormir. Empouco minutos ela havia caído em sono profundo. Porém seus sonhos estavam maisagitados do que nunca virá antes. Ela relembrava tudo, a menina sendo puxada, osaco com o corpo, a maneira que o Edílson tinha agido com ela, o garoto que elanão reconhecia. Estava em uma cabana, um pouco escuro mas ela reconhecia olugar, podia escutar os gritos mais altos agora. Uma menina gritava e ela tinhacerteza de que menina era. Ela foi até o local de onde saiam os gritos. Umquarto havia ali a menina estava deitada em um cochão no chão, porém tinhaalguém ou alguma coisa em cima dela, não sabia dizer o que era pois estavaescuro demais para ela saber quem era. A menina gritava muito.
- PARA ESTÁ MACHUCANDO! – gritava ela.
Maria foi até lá para tentar tirar a pessoa de cima damenina, mas não conseguia encostar nele, ele fugia de suas mãos ou as mãos delafugiam dele.
- PARE SEU ESTUPIDO! – gritou ela tentando agarra-lo.
Mas tudo o que fazia era em vão.
- Maria! – ela escutava – Maria! Acorde, vamos acorde.
Ela despertou de uma só vez, sua mãos estavam sendoseguradas por Camila. Ela estava muito suada e atormentada esse sonho fora piorque o outro ainda, ela continuava a ver a menina mas não entendia o porquê.
- O que houve? – perguntou Camila
- Só mais um pesadelo. Um pesadelo muito forte.
- Quer conversar sobre esse pesadelo? Porque eu cheguei aquivocê estava gritando e tentando agarrar o ar, foi até difícil de conseguir teacordar, tive que segurar seus braços para você se acalmar.
- Foi por causa dos acontecimentos de hoje, nada de mais.
- Bem, já que você diz. Eu vim porquê tinha que te contar,eu cheguei em um barzinho onde precisavam de uma banda para tocar amanhã anoite, eles precisavam de uma banda de rock e não havia ninguém para tocar, aieu coloquei nossa banda para tocar, pelo menos assim ficamos com algo parafazer enquanto a policia cuida lá do local. O que você acha?
- Bem estou de acordo, vai ser legal tocarmos lá. Mas e asoutras meninas?
- Elas que me deram o toque sobre o barzinho, ficava pertoda lanchonete onde fomos comer. E eu trouxe um sanduíche para você. Achei quepudesse acordar com fome. – disse ela enquanto passava o saco com o sanduíche.
- Obrigada, eu realmente estou com um pouco de fome. – elapegou e começou a comer.
- Bem, enquanto você come eu tomo um banho para relaxar edormir. – disse ela enquanto ia ao banheiro.
Maria ficou a sós depois que Camila entrou de baixo dochuveiro, ela comia e refletia sobre o sonho, fora a coisa mais estranha quehavia visto desde que chegará àquele lugar. E ela não estava nem um poucosatisfeita com isso.


A manhã seguinte foi totalmente tediante, elas ainda nãopodiam gravar o resto do vídeo, então tiveram que passear pela cidade. Ondepassavam era um olhar ou um cochicho e tudo por conta do acontecido no diaanterior, chegava a ser irritante. Mas como o estado não tinha muito a lhesoferecer ela logo voltaram para o hotel, pois teriam que trabalhar em uma“trilha sonora” que seria tocada naquela noite. Estavam ansiosas e gostavam detocar para um público, esperavam que dessem bastante pessoas para assistiremelas.
Chegou a hora, elas iriam tocar as nove da noite, todas jáestavam prontas e os equipamentos, os instrumentos musicais estavam na vã já.Oito horas elas foram e chegaram por ali era umas oito e meia, arrumaram tudoenquanto chegavam as pessoas que iriam assistir ao show delas ali no bar. Nocomeço não havia muitas pessoas mas depois o lugar começou a encher bastante.Ali elas iriam tocar covers de várias bandas que gostavam muito. Nove e dezestava tudo pronto e tinha mais pessoas do que elas podiam imaginar, Marianotou no meio da multidão a presença de Edílson e do amigo dele que ela nãoconhecia. Ele também a viu e acenou, ela acenou de volta. Começaram a tocar“Rock’n Roll Train” do Ac/Dc. Havia muitos homens e poucas mulheres paracurtirem o som da banda delas. Mas logo estavam todos cantando junto com elas eestavam “pirando” ao som do rock dessa meninas. Elas cantaram mais ou menos porumas duas horas. Mas resolveram continuar mais um pouco sempre que saiam elasficavam até mais tarde, conhecendo pessoas e bebendo sem parar, era algo queacontecia em raridade.
Elas já tinham descido do palco e o dono do bar rock haviacolocado música para tocar enquanto todos curtiam o resto da noite com muitabebida e muito som, além de muita “pegação”.
Maria ainda não tinha ido falar com Edílson e nem com osuposto amigo dele, e ele também não havia ido falar com ela. Elas estavamdançando, todas as meninas estavam curtindo, bebendo.
Após ter passado uns minutos Edílson foi falar com Maria,mas ela já estava um pouco bêbada. Ele puxou ela para um canto e sem mais nemmenos encostou ela na parede e a beijou. Estava tão absorvida pela bebida quepouco se importou e correspondeu ao beijo que eles dois trocavam. O beijo deleera intenso e cheio de desejo. Não sabe quanto tempo demorou, porém da mesmamaneira que começou ele terminou, sem mais nem menos.
- Podemos ir a um lugar mais intimo, o que acha? – perguntouele em um sussurro ao seu ouvido.
- Seria uma ótima idéia, mas eu estou um pouco bêbada. –disse ela meio rindo.
- Não tem problema eu posso cuidar de você muito bem. –disse ele logo lhe roubando um beijo novamente.
- Não sei.
- Vamos. – disse ele enquanto a puxava para sair dali.
Não demorou muito para que os dois já tivessem saído dali,ele estava de moto e levou ela para o apartamento onde ele morava. Não era tãolonge de onde ficava o bar, ela havia prestado atenção no caminho. Ele a ajudoua descer da moto quando parou no estacionamento a frente do apartamento. Ajudouela a subir as escadas, pois ela não estava muito equilibrada. No terceiro pisoele parou e andou pelo corredor até parar na terceira porta onde ficava seu“ape”. Deixou ela encostada na parede ao lado da porta enquanto pegava a chavee abria a porta. Ele a segurou pela cintura e levou ela para dentro, fechou aporta com o pé e a levou para seu quarto. Empurrou ela na cama, caindo decostas na cama começando a rir espontaneamente. Depois de tê-la empurrado nacama tira a jaqueta de couro e a blusa desbotada que vestia. Começa a acariciarsua pernas e ela se senta enquanto ele a olha nos olhos e começa a retirar suasbotas uma por uma. Após retiradas ele começa a subir em cima dela bem devagarlevando ela a deitar a cabeça no travesseiro que estava na outra ponta da cama,começando a beija-la novamente, porém mais intensamente.
Eles começavam uma dança, eram um corpo só de desejo epaixão, estavam totalmente sem roupa, ele entrava e saia de dentro dela horadevagar hora mais rápido. Ela arquejava e gemia, olhava de um lado para o outrosentindo o desejo tomar conta de seu corpo. Ao olhar para o canto escurodaquele quarto ela sente um rápido arrepio, daquele canto surgia um corpo erosto que lembrava muito bem, a menina estava ali. Ela ficou assustada e aomesmo tempo constrangida, querendo ou não era uma situação meio chata. Mas osusto foi maior ao ver que pedaços da menina começavam a cair como seestivessem colados ao tronco dela e estavam perdendo a cola. Um por um caia, oúltimo a cabeça. Maria olha para o teto, ela não havia gritado mas estavaaterrorizada com o que acabará de ver, Edílson não havia visto nada.
Ela começa a ter reflexos do sonho que havia tido na noiteanterior, mas só que agora parecia estar vivendo eles como se fosse a menina.Ela começou a ver um rosto estranho, ela gritava pedia ajuda, ele estava emcima dela.
- PARA! – começou a gritar.
- Cala boca “pirralha”! – gritava o homem
Ela batia nele mas isso não o impedia, ele segurou os braçosdela segurando forte cada um de um do lado da cabeça. Ela começou a levantar,estava assustada e havia empurrado Edílson para o outro lado.
- O que foi, não estava bom? – dizia ele enquanto beijavaseu pescoço.
- Eu tenho que ir embora, as meninas devem estar preocupadas.– dizia ela enquanto saia da cama e vestia suas roupas.
Edílson ficou meio pasmo sem saber o que fazer já que elenão sabia o que havia acontecido ali.
- Você quer carona? – perguntou ele enquanto ela saia doquarto.
Mas já era em vão, ela já havia saído do apartamento, estavadescendo a escadaria rapidamente e em questão de minutos já estava na rua,andando para chegar até o hotel em que estava hospedada.
Enquanto estava pegando a rua pela qual havia cegado paravoltar, sentia que alguém estava seguindo-a, ela se vira para olhar para trásela vê um homem de blusa de frio. Ela começava a ficar assustada, logo percebeque está andando mais rápido do que antes. Está meio ofegante e tonta ainda.
- Espera! – grita o homem.
Ela começa a correr, o homem vendo começa a correr atrásdela. Ela acelera o passo mais e mais mas ele a alcança.
- Ei você num é aquela menina da banda do bar? – pergunta
O homem era o amigo do Edílson mas o rosto dele pareciafamiliar ela se recordava de algum lugar, antes do encontro com o corpo damenina em pedaços.
- Sou sim, como você me achou?!- perguntou ela meio confusa.
- Eu vi você saindo do apartamento do Edílson, só que vocêestava meio chapada, ai queria saber se poderia ajudar. – disse ele seaproximando mais dela.
- Obrigada, eu só...
Ela parou no tempo, porque naquele instante ela lembrou deonde ele era. Ela lembrou da visão daquela noite, o homem, ele era o homem queestava em cima da menina. Seu rosto agora ficava mais claro em suas visões, eraele o tempo todo. Ele estivera ali bem perto dela o tempo todo, agora elaestava apavorada com o que tinha acabado de tomar consciência.
- Ei você está bem?- perguntou.
- Você...você ... você – ela gaguejava – você é o assassinoda menina. Foi você o tempo todo, você a colocou naquele saco – ela começava ase afastar dele.
Ela começou a correr pela rua, e ele estava sempre atrásdela, mas ela com as botas corria mais devagar e logo foi alcançada pelo amigode Edílson. Ele a pegou pelo braço mas ela conseguiu se soltar o jogando no chão.Ele pega uma pedra que estava ao seu lado se levanta e joga para acerta-la, eleteve uma grande sorte e acertou a cabeça dela fazendo com que ela caíssedesmaiada. Totalmente desacordada.



Camila ia ajudar a moça que estava desacordada na rua mas viuque não era uma boa idéia, pois havia alguém vindo buscar a moça desacordada,vendo ele ela se acomodou ao lado da vã pois ela já tinha decido e estava indoquando ele apareceu e assim ela se abaixou se escondendo, ela notou que eleolhou para os lados antes de pegá-la no colo. Camila levou um susto ao perceberde quem se tratava a moça, era Maria que estava desacordada e sendo raptada.Ele começou a sair com ela dali, Camila resolveu que era hora de segui-lo e foisempre em seu encalço.
Ele atravessou a rua e foi até um carro, devia ser o carrodele, abriu o porta mala e jogou Maria lá dentro. Camila sempre o observavapara conseguir ter uma brecha para agarra-lo. Ele começou a dirigir e Camilafoi atrás dele o seguindo sem deixar pistas de que seria ela. Ele dirigiu até aoficina e entrou em um caminho de terra que tinha ali perto. Camila desceu docarro e foi a pé atrás dele sem nunca perde-lo de vista.
Ele parou em um barraco que ela nem sabia da existência.Desceu do carro, abriu o porta malas e retirou Maria de lá de dentro, sempreolhava para ver se tinha mais alguém ali ou se alguém o havia seguido. Elelevou ela para dentro do barraco, Camila ia saindo do arbusto em que estavaescondida mas viu que ele saia de lá de dentro conversando com alguém aotelefone.
“Deve ser algum ajudante” pensou ela.
Ela não sabia muito o que deveria fazer mas ela iria esperarmais um pouco até ele entrar e ela poder chegar mais perto do barraco para vero que faria em seguida.




Maria começava a tomar consciência do que estava acontecendoela já havia acordado e estava meio zonza com a pedrada que tinha evado nacabeça. Ela se levantou e sentou no chão de madeira que rangeu ao peso dela aose mover, passou a mão pela cabeça e viu que sangrava um pouco no lugar onde doíapor conta da pedra ou a queda, ela não sabia ao certo. Ela respirou fundo parater controle da situação, pois sentia que poderia entrar em desespero aqualquer instante. Não tinha celular e não havia sinal de ninguém por ali paraajuda-la, só estava ela e o psicopata amigo do Edílson.
A porta foi aberta, quem adentrava o local era o amigo deEdílson, ele estava com a escuridão na metade do seu rosto o que o fazia teruma cara de assassino e isso não a tranqüilizava. Ele logo andou rápido até elafazendo ela começar a se arrastar para atrás, ele a puxou pelas pernas assegurando ele era mais forte que Maria, subiu em cima dela fazendo ela lembrarda cena que havia visto com a outra garotinha. Com apenas um braço ele segurouos dois braços de Maria acima de sua cabeça prendendo os ao chão.
Ele tinha algo na outra mão e mostrava a Maria.
- Não vou cometer o mesmo erro com você. – disse ele olhandopara o objeto. – Vou fazer você calar, porque sei que é só questão de tempo atécomeçar a gritar sua garota enjoada. Então fazendo um favor aos meus ouvidos,vou costurar sua boca.
Ela começa a chorar desesperadamente, e a gritar.
- SOCORRO! – gritava ela em meio aos soluços.
Ela se mexia de um lado para o outro tentando tira-lo decima dela.
Com um baque surdo outra pessoa entrou na cabana, levantouum pedaço de tronco de árvore e acertou-o na cabeça fazendo ele cair em cimadela desmaiado. Essa pessoa tirou ele de cima dela e pegou Maria pelos ombros.
- Maria você está bem? Eu vi o que ele ia fazer ai eu tiveque agir. Vamos temos que sair daqui rápido.
Era Camila que havia entrado na cabana e estava ajudando-a.As duas se levantaram e correram para fora da cabana. Iriam se esconder na mataque ficava ao redor daquele barraco mas viram que havia mais alguém chegando.Elas começaram a achar que era alguma ajuda estavam desesperadas por qualquerajuda. O carro se aproximava com um farol alto que quase as cegava, ele parouuns 5 metros de distância e alguém começou a descer do carro.
- Edílson? – gritou Maria com um sorriso de tranqüilidade ealegria por vê-lo ali.
Mas Camila tinha um pequeno pressentimento de que não erabom ele estar ali. E estava certa pois logo que Maria começou a andar em suadireção ele tirou uma arma do cós da calça jeans e apontou para ela.
- Edílson? – perguntou ela incrédula.
- Oi gata! – disse ele com um meio sorriso – Pois é você poraqui com meu irmão, você deve estar sabendo o que fizemos né, afinal você vemvendo essa “pirralha” o tempo todo, você passou a ser um obstáculo no caminho.– ele agora tinha um sorriso de triunfo estampado no rosto – Não vai durarmuito logo vocês não verão nada, afinal é difícil ver algo quando se estámorta.
O irmão de Edílson saiu da cabana vendo toda a situação.
- Ei mano até que você apareceu rápido dessa vez. – disseele.
- Vamos logo acabar com isso, elas não podem ficar vivas.
Camila estava com medo mas não demonstrava o quanto estavaapavorada, já Maria voltava a chorar, estavam perdendo o controle da situação,tudo estava desandando. Edílson foi se aproximando e seu irmão havia pegado omesmo pedaço de madeira que Camila havia usado para bater nele e estava indo emdireção dela enquanto Edílson ia de encontro a Maria.
Maria estava em um canto e Camila no outro ambas estavamsendo fechadas pelos dois. Mas algo surpreendente estava para acontecer eaconteceu, Maria olhou para o lado e viu a menininha parada no meio das duas,ela cantarolava a mesma música de boca fechada. Ela estava sentada e balançavapara frente e para trás como se estivesse esperando o momento certo. Quando osdois iam atacar elas duas, uma ventania começou a passar por aquele local.Edílson e seu irmão olhavam ao redor até virarem para onde as luzes do carroestavam acesas e piscavam fortemente. A menininha estava em pé no capo do carrocom o cabelo cobrindo seu rosto seus braços estavam moles de pendurados e suacabeça estava meio de lado, os dois a olhavam apavorados. Ao olha-los no olhoeles puderam ver que seu rosto estava totalmente deformado, em decomposição. Osdois ficaram apavorados, Camila e Maria estavam saindo dali de trás deles, elesestavam juntos no meio, o carro que estava ali na frente deu partida e andoupara frente em uma velocidade impressionante pegando os dois pela cintura e osprendendo no tronco da árvore que tinha ali na frente. Camila e Maria viraramseus rosto para o lado ao verem que estavam mortos naquele exato momento. Odois assassinos da menininha estavam mortos pelo espírito da menina. Mariaainda podia vê-la no capo do carro, a menina já tinha mudado de aparência eagora parecia a mesma garotinha que ela sempre fora, ela desceu do capo e foiandando até a mata, parou um pouco antes de entrar olhou para trás e acenoupara Maria com um sorriso no rosto e saiu saltitando por dentro da mata semprecantando e rindo. Maria agora sabia que ela estaria em paz, a menina.
Os policiais chegaram acompanhados das outras meninascomponentes da banda. Maria olhou incrédula para Camila.
- O que foi? Achou mesmo que eu não tinha pedido ajudaantes? Não mesmo sou sua amiga e sempre vou proteger vocês da mesma maneira quevocês me protegeriam. – disse ela enquanto iam se encontrar com os outros.
Elas andaram até a viatura e foram receber cuidados médicos,os dois assassinos haviam morrido o caso estava encerrado. Todas as outrasmeninas da banda resolveram ir embora mesmo sem terminar o clipe, depois dosacontecimentos elas achavam melhor dar um tempo da estrada da música, estavamesgotadas e com vontade de sair daquele estado. Foram embora sem nem olhar paratrás sem nem sentir vontade de voltar. Maria estava ressentida com o Edílson,mas agora tudo havia acabado e elas voltavam aos poucos para suas vidasnormais, como jamais deveria ter deixado de ser.

 
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