quarta-feira

O VAMPIRO MASCARADO

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Uma das influências do submundo vampiro,com exceção dos romances de Anne Rice, é o jogo de vampiros, Vampiro: o mascarado, a ação viva do jogador (LARP) que permite agir individualmente fora do papel de vampiro dentro do contexto de uma complexa estratégia de jogo.
Jogadores escolhem pertencer a um dos sete clãs com nomes como Nosferatu, Tremere, Gangrel e outros, cada um com suas próprias características.

Cada jogador escolhe certas características, muitas dos quais incluem poderes ocultos. Na introdução do jogo, se descreve um mundo onde predadores, ambos humano e vampiro, estabelecem: “Suas características não existem no vazio. Antes, elas residem num mundo que existe em nossa imaginação, lugar conhecido como mundo da escuridão. Isso é o inferno proverbial em que suas características vivem e sofrem.

Sua característica vampírica vive para caçar e se alimentar. Nunca ela verá a luz do dia.
O mundo é um pesadelo gótico-punk, assustador, versão surreal do nosso próprio mundo…fardos das ruas assassinas à espreita na floresta urbana. Os tubarões burocráticos base da política e negócios…
antigos vampiros rivalizando pelo controle de mortais e imortais”.

Nesse aspecto fantasioso, a cena vampira oferece conexões íntimas àqueles alienados da sociedade ou família, provendo uma ligação social e emocional profunda através dos jogos e encenações. Há também uma versão para computador desse jogo.